Queiroz não quiz.
Eriksson não respondeu no prazo.
Laudrup exigia muitos reforços.
Finalmente arranjou-se Quique Flores.
Reparem que a qualidade das opções foi diminuindo... até que se contrata um treinador que ainda não ganhou nada. É treinador de séniores desde 2003, antes teve a treinar na formação do Real Madrid, e passou 2 anos no Getafe, onde levou a equipa a um 13º lugar. Depois em 2005-06, deu o salto para Valência, onde ficou em 3º lugar e em 2007 em 4º lugar. Também chegou aos quartos de final da Champions.
Na comunicação social vem agora todos os adjectivos de ocasião desde o “treinador jovem e ambicoso” a acabar no “tem métodos de trabalho inovadores”, mas o problema é que quando se disse no final do campeonato, que “ o perfil do treinador já está traçado” e olhamos para Queiroz, Eriksson, Laudrup e Flores vemos 4 perfis diferentes. Queiroz e Eriksson experientes, com títulos mas com muitas diferenças entre si. Laudrup e Flores são dois treinadores em inicio e isso é a única semelhança entre eles.
Luís Freitas Lobo disse esta semana que “o percurso natural de Jesus e Carvalhal era ir treinar um grande esta época”. Concordo, mas a solução é apenas o Benfica. O Porto não vai despedir o treinador bicampeão nem o Sporting vai despedir um treinador que em 2 anos ganhou 3 títulos. A solução seria o Benfica e muito sinceramente o Carlos Carvalhal já fez mais em Portugal do que um qualquer Quique Flores em Espanha...
Se alguém ainda não percebeu que é bem melhor para o Flores vir para o Benfica do que o Benfica ter o Flores como treinador é porque anda destraído.
Penso que não é a aposta mais correcta, porque para ir buscar um treinador estrangeiro ia buscar um treinador consagrado: Marcelo Lippi, Frank Rijkaard, Van Gaal ou esperar pelo fim do Euro e tentar com Scolari (velha “paixão” de LFV), Guus Hiddink, Fatih Terim e em vez de se gastar dinheiro nos Bergessios investia-se num treinador reputado.
Ou então um português: Jorge Jesus (muito provavelmente não aceitaria mas não deixa de ser opção), Carlos Carvalhal, porque não Manuel Cajuda ou mesmo José Peseiro com Rui Costa a ter a parte disciplinadora do plantel?
Um facto curioso é terem contratado o Quique Flores por 2 épocas quando, e pelo que eu sei, esta direcção só tem mais 1 ano de mandato...
Eriksson não respondeu no prazo.
Laudrup exigia muitos reforços.
Finalmente arranjou-se Quique Flores.
Reparem que a qualidade das opções foi diminuindo... até que se contrata um treinador que ainda não ganhou nada. É treinador de séniores desde 2003, antes teve a treinar na formação do Real Madrid, e passou 2 anos no Getafe, onde levou a equipa a um 13º lugar. Depois em 2005-06, deu o salto para Valência, onde ficou em 3º lugar e em 2007 em 4º lugar. Também chegou aos quartos de final da Champions.
Na comunicação social vem agora todos os adjectivos de ocasião desde o “treinador jovem e ambicoso” a acabar no “tem métodos de trabalho inovadores”, mas o problema é que quando se disse no final do campeonato, que “ o perfil do treinador já está traçado” e olhamos para Queiroz, Eriksson, Laudrup e Flores vemos 4 perfis diferentes. Queiroz e Eriksson experientes, com títulos mas com muitas diferenças entre si. Laudrup e Flores são dois treinadores em inicio e isso é a única semelhança entre eles.
Luís Freitas Lobo disse esta semana que “o percurso natural de Jesus e Carvalhal era ir treinar um grande esta época”. Concordo, mas a solução é apenas o Benfica. O Porto não vai despedir o treinador bicampeão nem o Sporting vai despedir um treinador que em 2 anos ganhou 3 títulos. A solução seria o Benfica e muito sinceramente o Carlos Carvalhal já fez mais em Portugal do que um qualquer Quique Flores em Espanha...
Se alguém ainda não percebeu que é bem melhor para o Flores vir para o Benfica do que o Benfica ter o Flores como treinador é porque anda destraído.
Penso que não é a aposta mais correcta, porque para ir buscar um treinador estrangeiro ia buscar um treinador consagrado: Marcelo Lippi, Frank Rijkaard, Van Gaal ou esperar pelo fim do Euro e tentar com Scolari (velha “paixão” de LFV), Guus Hiddink, Fatih Terim e em vez de se gastar dinheiro nos Bergessios investia-se num treinador reputado.
Ou então um português: Jorge Jesus (muito provavelmente não aceitaria mas não deixa de ser opção), Carlos Carvalhal, porque não Manuel Cajuda ou mesmo José Peseiro com Rui Costa a ter a parte disciplinadora do plantel?
Um facto curioso é terem contratado o Quique Flores por 2 épocas quando, e pelo que eu sei, esta direcção só tem mais 1 ano de mandato...

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