Rep. Checa – Cech; Grygera, Ujfalusi, Rozenhanl e Jakulovski; Polak, Galasek (Koller, 72m) e Matejovsky (Vlcek, 67m); Sionko, Baros e Plasil (David Jarolim, 84m).
Portugal – Ricardo; Bosingwa, Pepe, Ricardo Carvalho e Paulo Ferreira; João Moutinho (Fernando Meira, 74m), Petit e Deco; Cristiano Ronaldo, Nuno Gomes (Hugo Almeida, 78m) e Simão (Quaresma, 79m).
Portugal consegue vencer este jogo com uma exibição positiva. Jogamos o suficiente para ganhar mas ainda não fizemos uma grande exibição.
Tudo começa com Koller no banco. Karel Brukner surpreendeu e deixou Koller no banco, pôs Baros. Este alteração resultou em cheio, visto que a Rep. Checa melhorou o seu futebol praticado e fez esquecer o péssimo jogo, apesar da vitória, contra a Suiça.
Portugal marca primeiro mas não tira vantagem disso. Num canto sofre o golo, Scolari diz que é uma questão de “posicionamento”, visto que não é Petit que tem que estar no meio da área a fazer marcação... Neste momento lembrei-me de Jorge Jesus: “Comigo nenhum trinco abaixo de 1.80m joga. Só mesmo o Pirlo, mais ninguém...”
Se não era Petit, devia ser outro jogador a marcar Sionko... É preciso ter atenção ás bolas paradas.
O meio-campo português não esteve tão bem a entregar a bola, especialmente Petit que falhou alguns passes, Moutinho não esteve tão exuberante e Deco foi sem dúvida o melhor em campo.
Penso que as dificuldades de Portugal em controlar o meio-campo devem-se ao facto de eels terem 5 jogadores e nós apenas 3. É preciso mais apoio de Ronaldo e Simão nestas situações onde temos desvantagem no meio-campo.
Bosingwa ainda não está no seu melhor e pode fazer mais do que tem mostrado, como Simão, que já nos habitua a estar uns furos abaixo daquilo que pode produzir ofensivamente.
Scolari, desta vez, geriu muito bem as substituições, embora só o faça quando Portugal precisa de segurar o resultado. Todos sabemos que quando é preciso ir em busca de um resultado, Scolari não sabe “mexer” no jogo.
Ronaldo é o man-of-the-match e apresentou-se bem melhor no que no 1º jogo.
Ricardo apareceu quando era preciso e Pepe/Carvalho mais uma vez mostraram que são a melhor dupla de centrais do Euro.
Portugal – Ricardo; Bosingwa, Pepe, Ricardo Carvalho e Paulo Ferreira; João Moutinho (Fernando Meira, 74m), Petit e Deco; Cristiano Ronaldo, Nuno Gomes (Hugo Almeida, 78m) e Simão (Quaresma, 79m).
Portugal consegue vencer este jogo com uma exibição positiva. Jogamos o suficiente para ganhar mas ainda não fizemos uma grande exibição.
Tudo começa com Koller no banco. Karel Brukner surpreendeu e deixou Koller no banco, pôs Baros. Este alteração resultou em cheio, visto que a Rep. Checa melhorou o seu futebol praticado e fez esquecer o péssimo jogo, apesar da vitória, contra a Suiça.
Portugal marca primeiro mas não tira vantagem disso. Num canto sofre o golo, Scolari diz que é uma questão de “posicionamento”, visto que não é Petit que tem que estar no meio da área a fazer marcação... Neste momento lembrei-me de Jorge Jesus: “Comigo nenhum trinco abaixo de 1.80m joga. Só mesmo o Pirlo, mais ninguém...”
Se não era Petit, devia ser outro jogador a marcar Sionko... É preciso ter atenção ás bolas paradas.
O meio-campo português não esteve tão bem a entregar a bola, especialmente Petit que falhou alguns passes, Moutinho não esteve tão exuberante e Deco foi sem dúvida o melhor em campo.
Penso que as dificuldades de Portugal em controlar o meio-campo devem-se ao facto de eels terem 5 jogadores e nós apenas 3. É preciso mais apoio de Ronaldo e Simão nestas situações onde temos desvantagem no meio-campo.
Bosingwa ainda não está no seu melhor e pode fazer mais do que tem mostrado, como Simão, que já nos habitua a estar uns furos abaixo daquilo que pode produzir ofensivamente.
Scolari, desta vez, geriu muito bem as substituições, embora só o faça quando Portugal precisa de segurar o resultado. Todos sabemos que quando é preciso ir em busca de um resultado, Scolari não sabe “mexer” no jogo.
Ronaldo é o man-of-the-match e apresentou-se bem melhor no que no 1º jogo.
Ricardo apareceu quando era preciso e Pepe/Carvalho mais uma vez mostraram que são a melhor dupla de centrais do Euro.

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