PORTUGAL- Paulo Ribeiro, Filipe Oliveira, Amoreirinha, Manuel da Costa (Hélder Barbosa, 46m), Miguel Veloso, Organista, João Moutinho, Varela (João Moreira, 57m), Diogo Valente (Ruben Amorim, 70m), Yannick Djaló e Vaz Té.
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José Couceiro- O grande vitorioso desta eliminatória. Previu o jogo, disse que ao intervalo estar 1-0 seria muito bom e até disse que Portugal ia ganhar 3-0. Fez o que tinha a fazer em termos tácticos: apresentou um 4-4-2 mas que no campo foi sempre um 4-2-4 - F.Oliveira a subir muito no corredor direito, Amoreirinha, da Costa e M.Veloso mais recudos. O meio-campo com Organista a ser o ponto de equilíbrio da equipa, Moutinho simplesmete fantástico na organização de jogo. A extremo-esquerdo Diogo Valente, no lado oposto Djaló e na frente Varela e Ricardo Vaz Té.
Chegando-se o intervalo, e sabendo a necessidade de mais golos, tirou Manuel da Costa e entrou o extremo-esquerdo Hélder Barbosa. M.Veloso passou para central e Diogo Valente recuou para defesa-esquerdo. Neste momento Portugal só tem 2 jogadores defensivos: os centrais Amoreirinha e M.Veloso.
Nos momentos de maior pressão, Portugal praticamente jogou num 2-1-3-4 (os centrais, Organista a fazer o ponto de equilibrio entre defesa-ataque, F.Oliveira e Diogo Valente subiam ao mesmo tempo criando desiquilibrios ofensivos, Moutinho na organização e na frente Varela/Djalo/Vaz Té e Helder Barbosa.
Aos 57m há apenas o refrescar do ataque com a entrada de João Moreira para o lugar do Varela. E na procura do 3º golo, fez entrar o Ruben Amorim com a saída do já desgastado Diogo Valente.
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João Moutinho- Numa equipa unida e concentrada em dar a volta a um resultado extremamente negativo, foi ele que deu o exemplo. Foi ele que mandou na equipa, organizando todo o jogo ofensivo, num colectivo que nunca baixou o pressing, e não teve momentos "mortos" em que se esperaria que "baixassem os braços". João Moutinho está em grande e é sem dúvida um dos grandes jogadores do futebol português neste momento.
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Árbitro: Pieter Vink (Holanda) - Ao contrário da 1ª mão, este foi um árbitro que cumpriu com as regras do jogo, e mesmo muitos jornalistas portugueses, considerando que o árbitro exagerou no vermelho directo ao jogador russo Kolesnikov (42 m), sem dúvida que era para vermelho directo (jogada em que Djaló finta o russo e este acerta-lhe com os pitons no joelho). Estes jornalistas só dizem isto porque estão habituados ás situações da nossa Liga- entradas por trás que não são falta, jogadores a insultarem árbitros, a cuspirem e depois levam 3 jogos de castigo. Lembro que Ben Thatcher, defesa do Manchester City, que agrediu Pedro Mendes no campeonato inglês, levou 7 jogos de suspensão, uma forte punição do clube e ainda uma investigação judicial por parte da Polícia, que só não causou impacto porque Pedro Mendes não apresentou queixa judicial...

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